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Publicada: 15/03/2018 10:33:11-MT
Temer lamenta assassinato de vereadora do RJ e diz que o crime foi um ato de “extrema covardia”
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O presidente da República, Michel Temer, lamentou, na manhã desta quinta-feira (15), o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista que a acompanhava, na noite de quarta-feira (14), no Rio de Janeiro. O chefe do Executivo federal chamou o crime de ato de “extrema covardia” e disse que o assassinato “não ficará impune”.

“Lamento esse ato de extrema covardia contra a vereadora Marielle Franco. Solidarizo-me com familiares e amigos e acompanho a apuração dos fatos para a punição dos autores desse crime”, disse o presidente pelo Twitter. “Esse crime não ficará impune”, completou.

O governo federal anunciou que vai acompanhar a apuração do assassinato. Segundo nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, falou com o interventor federal no Rio de Janeiro, general Walter Braga Netto, e colocou a PF (Polícia Federal) à disposição para auxiliar nas investigações. 

A vereadora e o motorista do carro onde ela estava, Anderson Pedro Gomes, foram baleados e morreram na hora. A assessora de Marielle, que também estava no veículo, foi atingida por estilhaços e se tornou a principal testemunha do crime. A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios é execução.

Bandidos que estavam em outro carro emparelharam ao lado do veículo onde estava a vereadora e dispararam. Marielle foi atingida com pelo menos quatro tiros na cabeça. Os criminosos fugiram sem levar nada. No momento do crime, a vereadora estava no banco de trás.

A vereadora tinha 38 anos e se apresentava como “mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré”. Ela foi a quinta mais votada da cidade nas eleições de 2016, com 46.502 votos, em sua primeira disputa eleitoral. Na Câmara, Marielle fazia parte do grupo de quatro relatores de uma comissão criada em fevereiro para monitorar os trabalhos da intervenção federal na segurança pública do Estado.

Repercussão

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, e o governador do RJ, Luiz Fernando Pezão, também lamentaram a morte da vereadora. Famosos e intelectuais usaram as redes sociais para repercutir e lamentar o falecimento.

O assassinato da vereadora também repercutiu na imprensa internacional. Veículos latino-americanos e europeus deram destaque ao crime.

Nota da Presidência

“O governo federal acompanhará toda a apuração do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista que a acompanhava na noite desta quarta-feira, no Rio de Janeiro. O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, falou com o interventor federal no Estado, general Walter Braga Netto, e colocou a Polícia Federal à disposição para auxiliar em toda investigação”, diz a nota da Presidência da República.

 

Fonte: O Sul



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